segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dicas para enfrentar o AQUECIMENTO GLOBAL



A partir desta segunda-feira (21/07/08) o BLOG da Tshirt Brazil Sports estará disponibilizando 50 dicas de como enfrentar o aquecimento global e como deixarmos uma "Pegada Limpa" em nosso planeta. Começamos hj com 6 dicas :


1.Na hora de comprar um carro, faça um cálculo simples de qual o tamanho ideal para suas necessidades. Veículos maiores consomem e poluem mais. Modelos do tipo flex fuel estão adequados às normas de proteção ao meio ambiente. Lembre-se: prefira abastecer com etanol.

2.Carro não é o meio de transporte ecologicamente mais correto. Use-o com moderação, em especial se tiver um enorme 4x4 a diesel. Ande mais em transporte coletivo ou reabilite sua magrela.

3.Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

4.Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

5.Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

6.Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.




Todo inicio de semana estaremos publicando novas dicas, tenham todos uma ótima semana e façam a sua parte! Abraços.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Vc precisa de todo esse espaço na sua casa?

Casa mínima
Você já parou para pensar há quanto tempo não visita o quartinho da bagunça em sua casa? Ou quantos meses sua piscina não vê a sua sunga?

Por Camila LisboaRevista Vida Simples - 06/2008

A discussão sobre o espaço que o homem realmente necessita para viver inquieta arquitetos, urbanistas e filósofos há tempos. E, ainda hoje, o estilo de vida mais minimalista continua fazendo adeptos. Em 1997, o americano George Johnson conheceu a minúscula residência que o construtor Jay Shafer fez para si e, alguns anos depois, deram início ao Small House Society.
O site é o principal difusor do movimento que defende que com uma casa menor e adaptada às suas necessidades, as pessoas têm uma rotina mais balanceada. Sobra tempo e dinheiro para outras áreas da vida, como família, casamento, educação, corpo e trabalho. Por abrir mão de espaços ociosos, mas que custam muito em manutenção, elas ainda evitam o desperdício de recursos do planeta.
Conforto deixa de ser espaço para virar localização: assim, a praça arborizada do bairro pode ser o seu jardim, o café da esquina o lugar de encontro com os amigos e o banco da rua a sua sala de leitura. Como diz Jay Shafer em seu site:, “Quando o mundo todo é a sua sala de estar, uma pequena casa parece suficiente”.
LIVROS Little House on a Small Planet, Shay Sa–lomon/fotografias de Nigel Valdez, Lyons Press. Planejamento Urbano, Le Corbusier, Perspectiva, coleção Debates
A discussão sobre o espaço que o homem realmente necessita para viver inquieta arquitetos, urbanistas e filósofos há tempos. E, ainda hoje, o estilo de vida mais minimalista continua fazendo adeptos. Em 1997, o americano George Johnson conheceu a minúscula residência que o construtor Jay Shafer fez para si e, alguns anos depois, deram início ao Small House Society.
O site é o principal difusor do movimento que defende que com uma casa menor e adaptada às suas necessidades, as pessoas têm uma rotina mais balanceada. Sobra tempo e dinheiro para outras áreas da vida, como família, casamento, educação, corpo e trabalho. Por abrir mão de espaços ociosos, mas que custam muito em manutenção, elas ainda evitam o desperdício de recursos do planeta.
Conforto deixa de ser espaço para virar localização: assim, a praça arborizada do bairro pode ser o seu jardim, o café da esquina o lugar de encontro com os amigos e o banco da rua a sua sala de leitura. Como diz Jay Shafer em seu site:, “Quando o mundo todo é a sua sala de estar, uma pequena casa parece suficiente”.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Dicas de como se aquecer no inverno em atividades outdoor!!!




O Aquecimento por camadas

O aquecimento por camadas se aplica a qualquer atividade ao ar livre. O segredo é manter a temperatura do corpo constante, não importando o nível de atividade (Hiking vigoroso, escalada, curtindo uma fogueira) ou outras condições como chuva, gelo ou vento gelado.

Existem três estágios básicos para se aquecer por camadas: a primeira camada perto da pele, uma segunda camada de isolamento e a terceira camada externa aprova de intempéries. O truque é fazer os ajustes dependendo do tipo de atividade e das condições ao ar livre, tirando as camadas quando se fica com calor ou adicionando camadas quando se fica com frio.

PRIMEIRA CAMADA – seda, lã, tecidos sintéticos.

Mais do que qualquer outra, a primeira camada é a que mais influencia na regulação de temperatura do seu corpo. Você já vestiu uma camiseta de algodão embaixo de seu casaco de chuva enquanto caminhava ou realizava uma trilha? Ao invés de ficar molhado da chuva, você provavelmente se sentiu molhado e com frio por causa do suor.

Presa dentro da sua roupa a transpiração o deixa molhado, não importando o quanto seu casaco o protegeu da chuva. Infelizmente o algodão faz um ótimo trabalho em reter a transpiração e o deixa suado.

Você deve procurar usar uma camiseta feita de outro material, diferente do algodão, como seda, lã, ou tecidos sintéticos que deixam o suor se afastar de sua pele. Como alguns tipos de poliéster. Além delas absorverem o suor, o levam para o lado externo da roupa onde pode evaporar, ajudando-o a se manter quente e seco.

Manter-se seco é importante para se sentir fresco no verão e para evitar perigos como a Hipotermia no inverno. Existem roupas térmicas a disposição em vários níveis de aquecimento.

SEGUNDA CAMADA - isolamento

A camada de isolamento ajuda a reter o calor, isolando o ar perto do seu corpo. Jaquetas e calças de poliéster fleece, são bons exemplos para atividades ao ar livre. Esse tipo de roupa além de isolar o ar perto do corpo, é feita de tecido que o ajudam a ficar seco.

A camada de isolamento o deixa quente mantendo a temperatura do corpo. Tecidos como lã e poliéster fleece, são excelentes isolantes. Malhas ou camisas de lá oferecem bom aquecimento e isolam o calor mesmo molhados, mas são muito grossos.

O poliéster fleece, aquece em várias condições de tempo, desde o frio extremo, a dias úmidos. É ideal por ser muito leve, respirante e continua a aquecer mesmo quando molhado.

Atividades como corrida e mountain bike, podem ser realizadas com uma jaqueta fina de poliéster fleece para evitar o superaquecimento. Existem alguns tipos de jaquetas neste tecido que possuem um membrana que bloqueiam o vento.

TERCEIRA CAMADA – Proteção do vento e da chuva

A terceira camada o protege do vento, chuva ou neve. Alguns tipos de casacos foram desenvolvidos para manter o calor do corpo enquanto deixam o suor sair. Sem uma boa ventilação a transpiração não consegue evaporar e condensa dentro do casaco de proteção de vento ou chuva.

Para qualquer atividade mais pesada, seu casaco externo precisa ser respirável ou bem ventilado para manter a transpiração sem esfriar o seu corpo.

Este casaco também deve ter espaço o bastante para ficar sobre as outras camadas de roupas e não restringir o seu movimento.

Tipos de casacos para a terceira camada:

* A prova de água e respirante – Este tipo de casaco o mantém confortável em quaisquer condições do tempo e qualquer atividade e são especialmente feitos para água, climas frios e atividades alpinas.


* A prova de água e não respirante - Tipicamente feito de polyiuretano –nylon, a prova de água e vento, este casaco econômico é ideal para atividades leves em chuvas torrenciais.


* Resistente a água e respirante – Este tipo de casaco é perfeito para chuvas leves e atividades pesadas.

Portanto, nesse inverno siga as dicas desse artigo, para evitar problemas com o frio e se você sempre pratica atividades ao ar livre procure por roupas especiais para ajuda-lo a ter melhor desempenho.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Escassez de água no horizonte

O futuro de boa parte da humanidade pode ser comprometido pela falta do mais básico dos bens: a água

Almanaque Abril - 2008

O alerta é da ONU, que já traça um cenário atual bastante difícil: mais de 1 bilhão de pessoas - cerca de 18% da população mundial - estão sem acesso a uma quantidade mínima de água de boa qualidade para consumo.

A questão é que, mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2025, dois terços da população global - 5,5 bilhões de pessoas - poderão ter dificuldade de acesso à água potável; em 2050, já seria cerca de 75% da humanidade.

O drama diz respeito à sede e à escassez de água para cozinhar, tomar banho e plantar, mas também à disseminação de doenças causadas pela ausência de tratamento da água, como diarréia e malária.

DESIGUALDADES - Se considerarmos todo o planeta, veremos que a distribuição de água doce na natureza é desequilibrada entre as várias regiões. Alguns países dispõem de mais água do que seus habitantes necessitam, enquanto outros estão situados em regiões extremamente secas, como o norte da África, o Oriente Médio e o norte da China.

Canadá, Islândia e Brasil são países favorecidos pela natureza em relação à água potável. Esse desequilíbrio faz com que um canadense possa gastar até 600 litros de água por dia e um africano disponha de menos de 30 litros diários para beber, cozinhar, fazer a higiene, irrigar plantações e sustentar rebanhos.

MÁ UTILIZAÇÃO - Uma das próximas vítimas mundiais do estresse hídrico pode ser a China, e num espaço de tempo curto: 20 anos. O país tem 20% da população mundial e 7% dos recursos hídricos globais. Metade das cidades chinesas já padece com a escassez de água.
No norte do país, mais árido, o lençol freático está exaurido; no sul, onde as fontes são mais abundantes, a poluição atinge os maiores rios. Para o Banco Mundial, caso a China continue a crescer demográfica e economicamente como hoje, 30 milhões de chineses estarão sem água em 2030.

A principal causa da escassez de água potável é o mau uso. Estima-se que, de cada 100 litros de água própria para consumo, 60 se percam em razão de maus hábitos ou de distribuição ineficiente. Um dos exemplos mais gritantes é o do Mar de Aral, na Ásia, que perdeu três quartos de volume de água por causa de projetos desastrosos de irrigação.
A agropecuária é a atividade que mais consome água no mundo. Calcula-se que as plantações respondam por 69% de seu uso. A indústria utiliza 21% e o consumo doméstico responde por 10%.
USO CONSCIENTE - Graças à popularização crescente da idéia do uso sustentável dos recursos naturais, há meios para reverter esse quadro. Medidas simples e ao alcance de todos, como reduzir o tempo de banho e fechar a torneira ao escovar os dentes ou ensaboar a louça, podem resultar em até um terço de economia na utilização doméstica.

As mudanças no uso econômico, tanto agrícola quanto industrial, também podem cortar o consumo. Parte importante, porém, cabe aos governos, responsáveis por investimentos para resolver problemas estruturais.

Os vazamentos na rede de fornecimento drenam boa parte da água tratada. Há estimativas de que, em certos países, até 70% da água que sai dos reservatórios não chegue às torneiras, escoando por encanamentos mal conservados.
No Brasil, calcula-se que essa perda fique em 45%. A ampliação das estações e redes de tratamento de água é outro aspecto básico para fazer frente ao aumento do consumo. Afinal, do início ao fim do século XX, o uso humano de água aumentou seis vezes no mundo, sob o dobro do crescimento da população no mesmo período.
BRASIL EM BERÇO ESPLÊNDIDO - O Brasil é privilegiado com relação aos recursos hídricos: 12% da água doce superficial do planeta corre em rios nacionais. Esse percentual é o dobro de todos os rios da Austrália e da Oceania; 42% superior aos da Europa; e 25% a mais do que os do continente africano.
Claro que, como ocorre em outros lugares, esses recursos estão geograficamente mal distribuídos. A região amazônica, na qual vivem apenas 5% dos brasileiros, acumula 74% de toda a água nacional.
A boa situação do país também se repete com relação às águas subterrâneas, os aqüíferos. Ao todo, o país dispõe de 27 aqüíferos, sendo o principal o Guarani, neste caso, localizado sob as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Mesmo assim, há problemas de longa data nunca resolvidos. O principal diz respeito ao abastecimento de água para parte da população do semi-árido nordestino. Nos últimos anos, a situação tem melhorado graças ao uso de carros-pipa e à construção de açudes e de cisternas.
Além disso, o governo federal começou as obras para a transposição das águas do rio São Francisco. A obra, porém, é polêmica: para seus defensores, vai garantir o abastecimento de água para populações em zonas críticas de seca; para os críticos, poderá prejudicar seriamente o São Francisco.
O alerta é da ONU, que já traça um cenário atual bastante difícil: mais de 1 bilhão de pessoas - cerca de 18% da população mundial - estão sem acesso a uma quantidade mínima de água de boa qualidade para consumo.
A questão é que, mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2025, dois terços da população global - 5,5 bilhões de pessoas - poderão ter dificuldade de acesso à água potável; em 2050, já seria cerca de 75% da humanidade.
O drama diz respeito à sede e à escassez de água para cozinhar, tomar banho e plantar, mas também à disseminação de doenças causadas pela ausência de tratamento da água, como diarréia e malária.
DESIGUALDADESSe considerarmos todo o planeta, veremos que a distribuição de água doce na natureza é desequilibrada entre as várias regiões. Alguns países dispõem de mais água do que seus habitantes necessitam, enquanto outros estão situados em regiões extremamente secas, como o norte da África, o Oriente Médio e o norte da China.
Canadá, Islândia e Brasil são países favorecidos pela natureza em relação à água potável. Esse desequilíbrio faz com que um canadense possa gastar até 600 litros de água por dia e um africano disponha de menos de 30 litros diários para beber, cozinhar, fazer a higiene, irrigar plantações e sustentar rebanhos.
Nas regiões mais secas da Terra, as populações locais vivem numa situação que se convencionou chamar de "estresse hídrico". Trata-se de uma combinação de fatores ambientais (como a falta de chuvas) e socioeconômicos (alto crescimento demográfico) que resulta em pessoas demais e água de menos. Isso nem sempre ocorre, porém, em razão da falta de recursos hídricos.
A África Subsaariana, por exemplo, é atravessada por grandes rios, e seu índice pluviométrico anual é considerado alto. No entanto, os países da região, entre os mais pobres do mundo, não possuem infra-estrutura para aproveitar mais que 3,8% da vazão total de seus rios.
MÁ UTILIZAÇÃOUma das próximas vítimas mundiais do estresse hídrico pode ser a China, e num espaço de tempo curto: 20 anos. O país tem 20% da população mundial e 7% dos recursos hídricos globais. Metade das cidades chinesas já padece com a escassez de água.
No norte do país, mais árido, o lençol freático está exaurido; no sul, onde as fontes são mais abundantes, a poluição atinge os maiores rios. Para o Banco Mundial, caso a China continue a crescer demográfica e economicamente como hoje, 30 milhões de chineses estarão sem água em 2030.
A principal causa da escassez de água potável é o mau uso. Estima-se que, de cada 100 litros de água própria para consumo, 60 se percam em razão de maus hábitos ou de distribuição ineficiente. Um dos exemplos mais gritantes é o do Mar de Aral, na Ásia, que perdeu três quartos de volume de água por causa de projetos desastrosos de irrigação.
A agropecuária é a atividade que mais consome água no mundo. Calcula-se que as plantações respondam por 69% de seu uso. A indústria utiliza 21% e o consumo doméstico responde por 10%.
USO CONSCIENTEGraças à popularização crescente da idéia do uso sustentável dos recursos naturais, há meios para reverter esse quadro. Medidas simples e ao alcance de todos, como reduzir o tempo de banho e fechar a torneira ao escovar os dentes ou ensaboar a louça, podem resultar em até um terço de economia na utilização doméstica.
As mudanças no uso econômico, tanto agrícola quanto industrial, também podem cortar o consumo. Parte importante, porém, cabe aos governos, responsáveis por investimentos para resolver problemas estruturais.
Os vazamentos na rede de fornecimento drenam boa parte da água tratada. Há estimativas de que, em certos países, até 70% da água que sai dos reservatórios não chegue às torneiras, escoando por encanamentos mal conservados.
No Brasil, calcula-se que essa perda fique em 45%. A ampliação das estações e redes de tratamento de água é outro aspecto básico para fazer frente ao aumento do consumo. Afinal, do início ao fim do século XX, o uso humano de água aumentou seis vezes no mundo, sob o dobro do crescimento da população no mesmo período.
BRASIL EM BERÇO ESPLÊNDIDOO Brasil é privilegiado com relação aos recursos hídricos: 12% da água doce superficial do planeta corre em rios nacionais. Esse percentual é o dobro de todos os rios da Austrália e da Oceania; 42% superior aos da Europa; e 25% a mais do que os do continente africano.
Claro que, como ocorre em outros lugares, esses recursos estão geograficamente mal distribuídos. A região amazônica, na qual vivem apenas 5% dos brasileiros, acumula 74% de toda a água nacional.
A boa situação do país também se repete com relação às águas subterrâneas, os aqüíferos. Ao todo, o país dispõe de 27 aqüíferos, sendo o principal o Guarani, neste caso, localizado sob as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Mesmo assim, há problemas de longa data nunca resolvidos. O principal diz respeito ao abastecimento de água para parte da população do semi-árido nordestino. Nos últimos anos, a situação tem melhorado graças ao uso de carros-pipa e à construção de açudes e de cisternas.
Além disso, o governo federal começou as obras para a transposição das águas do rio São Francisco. A obra, porém, é polêmica: para seus defensores, vai garantir o abastecimento de água para populações em zonas críticas de seca; para os críticos, poderá prejudicar seriamente o São Francisco.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Lançamento Coleção Camisetas TB Sports 2008




Alo Galera!

As novas camisetas Tshirt Brazil Sports já estão disponíveis nas lojas, acesse nosso site http://www.tbsports.com.br/ clique no link LOJAS NO BRASIL para descobrir uma revenda TB Sports perto de vc.

Se preferir comprar pela net basta acessar nosso site http://www.tbsports.com.br/ clicar na sua camiseta preferida e receber no conforto da sua casa.

Novos modelos de MERGULHO, ESCALADA, TREKKING, MOUNTAIN BIKE e muito mais...

Aproveite a promoção FRETE GRÁTIS para compras acima de R$ 100,00, entregamos p/ todo o BRASIL.

Abraço a todos nossos clientes amigos e qualquer dúvida estaremos à sua disposição no e-mail sac@tshirtbrazil.com.br


Fabio Garcia
Tshirt Brazil Sports
Camisetas 100% Adrenalina






segunda-feira, 31 de março de 2008

Na Natureza Selvagem O FILME


Na Natureza Selvagem (Into The Wild, 2007) é inspirado no livro homônimo, escrito por Jon Krakauer, sobre a vida de Chris McCandless. Aos 22 anos, o jovem largou sua estável vida de bom aluno e classe média-alta para partir em busca de liberdade e aventura. Deixou para trás também a sua própria identidade, rebatizando-se Alexander Supertramp. Com um destino em sua mente, o longínquo e desabitado Alasca, ele foi cruzando o continente e as vidas de muitas pessoas que lhe davam carona, casa ou um emprego temporário.
O que teria levado Christopher McCandless --jovem de família abastada, recém-formado em boa universidade-- a abandonar tudo e começar outra vida? Com o nome de Alex, ele perambulou durante cerca de dois anos como mochileiro pelos EUA até chegar à sua última parada, um ônibus abandonado em região inóspita do Alasca, onde morreu isolado, em 1992.

Leiam tbm o livro, vale a pena!

Título: Na Natureza Selvagem
Editora:Cia das Letras
Autor:Jon Krakauer
Idioma:Português
Lançamento :Outubro de 1999
Páginas :216


TRAILLER - Na Natureza Selvagem

terça-feira, 11 de março de 2008

Lançamento Camisetas 2008 - LOJISTAS


Att: Lojistas


Buenas!


As NOVAS CAMISETAS TB Sports já estão disponiveis no site (somente para lojistas), basta clicar na camiseta e anotar REFERÊNCIA, NOME, TAMANHO e COR. Note que logo após a referência do produto encontram-se as cores disponíveis para o modelo em questão.

Para os lojistas já cadastrados basta preencher o pedido (modelo enviado anteriomente) e nos enviar, entraremos em contato assim que possível.

Para os lojistas que ainda não estão cadastrados e tem interesse em adquirir as camisetas da TB Sports para revenda, favor enviar um e-mail para comercial@tshirtbrazil.com.br e informar seus dados( Razão Social, CNPJ, Endereço, Fone e Ramo de Atividade), entraremos em contato para maiores informações.

OBS: Mesmo que apareça a msg NÃO DISPONÍVEL logo abaixo da camiseta o lojista pode comprá-la, essa msg indica que o produto não está a venda na loja virtual para o consumidor final.

Qualquer dúvida estaremos à disposição,

Boas compras!!

Equipe TB Sports